Ao som de Careful With That Axe, Eugene do Pink Floyd começo aqui a expressar as minhas idéias, que alguns já tem a tolerância de sentir e ouvir, mas poucos de ler. Espero que esse número aumente, ou não. Mas antes de tudo, que não era nada, devo fazer honrar meu amigo, se assim já posso dizer, Marcone Marques que através de sua publicação me encorajou a iniciar essa saga. Talvez agora ele se sinta arrependido, mas alivio sua culpa publicamente, pois, cedo ou tarde eu tomaria essa iniciativa de forma que ele apenas acendeu o pavio que já estava pronto. Creio que pessoas um tanto quanto sem espaço na cabeça ou ouvidos ávidos e pacientes para perceber o quanto as tantas palavras que digo podem ter algo a dizer as vezes me incomodam me empurraram à este espaço. Assim, sem nexo algum, vou utilizar dessa possibilidade de expor ideias e me expor ao mesmo tempo ao mundo, como penso que devemos ter ao menos coragem de ser. Sem nenhum compromisso de criar conceitos, pois ainda não acredito ser capaz disso. Mas com a missão e o dever de ser eu mesmo, contrapondo o comportamento de me esconder atrás de uma coisa que não sou ou alguém que imaginam eu ser. Aceitando todo e qualquer julgamento que queiram e possam fazer daquilo que imaginam eu ser, não terei escrúpulos sobre minha razão no mais puro sentido da palavra ou mesmo ética sobre o que ou não publicar, desde que saibam desde não tratarei aqui da vida alheia, nem de conceitos que se enquadrem na vida de outrem que não seja essa pobre alma perdida e descompassada que vos escreve. Leia quem queira, aproprie-se da mesma forma aqueles que assim julgarem que lhes seja útil alguma ideia ou pensamento, até mesmo comportamento que de alguma forma os incomodarem nesse blog. Aqui serei áspero comigo mesmo, jamais com alguém. A impessoalidade se aplica à todos, menos ao autor dessas postagens. Pois tratarei de ideias que minha intelectualidade em construção será capaz de criar e publicar. Futilidades e utilidades, não necessariamente na mesma ordem, serão divagadas e publicadas aqui, para deleite, e quem sabe até mesmo proveito para diversão e julgamento daqueles que o fizerem por puro deleite......
Termino ao som de Childhood's End, dos mesmos Pink Floyd, do disco Obscure by Clouds, tão confuso quanto eu.
Saudações backterianas........
"O homem não é a soma do que tem, mas a totalidade do que ainda não tem, do que poderia ter." Jean Paul Sartre
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